Por que faço o que faço
Por séculos, as mulheres foram afastadas das decisões sobre dinheiro — propriedade, conta, crédito e hipoteca só se tornaram realidade para a maioria há poucas décadas. Somaram-se a isso a dupla jornada, a baixa representação e uma mídia que nos ensinou a "poupar centavos", enquanto os homens eram estimulados a investir e tomar risco. Não ficamos para trás por incapacidade, e sim por falta de acesso e referência. Hoje, a informação está aí — e a evidência é clara: quando investimos com estratégia e disciplina, tendemos a negociar menos, manter a visão de longo prazo e evitar o excesso de confiança — comportamentos que, em média, se traduzem em resultados mais consistentes do que os dos nossos pares masculinos. Eu vi isso na prática, e há pesquisas robustas que confirmam. Criei o Invest Like a Girl para encurtar esse atraso com uma educação financeira clara, aplicável e humana. Meu papel é encorajar, dar segurança e traduzir o técnico com leveza — sem perder rigor — para que você invista com autonomia.